Análises Clínicas

Análise de Medição da Histamina, Sensibilidade Alimentar, Pneumoalegénicos e Permeabilidade Intestinal

 

Análise de Medição da Histamina, Sensibilidade Alimentar e Pneumoalegénicos

É um teste imunológico celular que mede a activação e sensibilização face a antigénios alimentares, pneumoalérgenos e substâncias químicas. 

Indicado para quem quer optimizar a sua saúde e prevenir doenças e disfunções e principalmente para os pacientes com Síndrome de Sensibilização Central.

A Síndrome de Sensibilização Central é uma patología complexa que implica a participação do sistema imunológico, endócrino e do sistema nervoso central. Quando existe uma alteração da permeabilidade intestinal produz-se uma entrada de alergenios alimentares, os quais podem gerar uma resposta imunológica alterada. Produz-se então uma degranulação dos mastocitos e basófilos, que libertam mais de 30 substâncias imunoativas, imunomoduladoras e inflamatórias. Uma das sustâncias que se libertam é a histamina, a qual se mede nesta análise.

A análise consiste em incubar o sangue do paciente com diversos antigénios alimentares. Os mastócitos que estejam sensibilizados a determinados alimentos degranulam-se e libertam os seus mediadores, entre os quais a histamina. A histamina libertada mede-se mediante um ensaio colorimétrico.

Esta análise requer o uso de alergénios naturais bem como uma correcta estandarização dos mesmos.  Para analisar os resultados obtidos faz-se uma curva standard com quantidades conhecidas de histamina. 

Também tem de se determinar o conteúdo total de histamina que os mastocitos têm, e a sua libertação basal na ausência de antigénios alimentarios. 

Os resultados expressam-se em função dos valores de libertação basal de histamina.

Análise da Permeabilidade Intestinal 

Serve para avaliar o correto funcionamento da barreira intestinal. 

Se a permeabilidade intestinal está alta, a integridade da mucosa intestinal perde-se, e vice-versa.
Uma correta integridade da mucosa intestinal é fundamental para manter um adequado estado de saúde.

Quando esta integridade se altera, a função da barreira intestinal perde-se e alguns componentes presentes nos alimentos ou no meio ambiente podem passar para a circulação sanguínea e desencadeiam processos imunitarios e inflamatórios, que estão na base de muitas doenças.

Existem vários métodos não invasivos para medir a permeabilidade intestinal. Um deles é medir a passagem de proteínas alimentares para o sangue através do intestino. Se estas proteínas estão elevadas no sangue significa que a permeabilidade intestinal está aumentada.

Utilizam-se habitualmente duas proteínas: a ovoalbúmina do ovo e a betalactoglobulina láctea. Geralmente, quando estas proteínas passam ao sangue, o nosso corpo produz anticorpos para elas.

Desta forma, o grau de integridade da mucosa intestinal pode-se medir estudando a permeabilidade intestinal, e esta pode-se conhecer determinando a presença no sangue da proteína betalactoglobulina ou de anticorpos gerados face a ela. Para a sua determinação, utiliza-se uma técnica de enzimaimunoensaio, também conhecida como ELISA. Trata-se de um processo rotineiro e simples que permite detectar, em quantidades pequenas de sangue, a presença de anticorpos ou proteínas a concentrações muito baixas.

Seguindo as orientações clínicas que são dadas baseadas nos resultados das análises, conseguimos melhorar de forma drástica os sintomas como transtornos digestivos, cansaço, dor, fadiga e retenção de líquidos, todos eles englobados dentro da Síndrome de Sensibilização Central.